Relato de contato com Greys

Posted on 20 de abril de 2010

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O relato a seguir trata de experiência de contato com seres extraterrestres, os greys, quando eu tinha 15 anos de idade e estava no 1.º semestre do 2.º ano do Ensino Médio. Na época eu já tinha interesse por ufologia mas as fontes eram escassas demais. A internet era algo novo, só havia conexão discada, poucas informações, não havia recursos de pesquisa onde se pudesse achar algo sobre o tema e somente após alguns anos que comecei a compreender melhor o que havia acontecido, sempre aliando o estudo à experiência. O estudo sem a experiência não tem força e a experiência sem estudo é cega. Era um sábado e eu havia passado a tarde na casa de minha tia onde passei grande parte do tempo conversando com uma prima. Voltando para casa fui dormir entre 22:00hs/22:30hs (o horário habitual de meu recolhimento na época). Tinha e ainda tenho dificuldades para dormir com qualquer tipo de luz. Se houver o menor foco de luz que seja no ambiente, para mim é como se fosse um clarão; até quando vou dormir tarde da madrugada sempre cuido para deitar antes dos primeiros raios de Sol e foi justamente pela luz que percebi que havia algo diferente acontecendo.

Estava deitado em meu quarto e todas as luzes da casa estavam apagadas e então percebi a luminosidade que passava por debaixo da porta de meu quarto. Por mais que fosse um pequeno facho aquilo já era o suficiente para me fazer levantar e tentar eliminar a fonte da luz e assim o fiz. Em um primeiro momento pensei que minha mãe estivesse acordada pois se as luzes deveriam estar todas apagadas a única forma de estarem acesas seria através dela. Ao levantar vi que todas as luzes da casa estavam acesas; do corredor, cozinha, quartos, banheiros e demais cômodos. Chamei por minha mãe, pois imaginara que ela estivesse acordada e ela tivesse aceso as luzes, mas não obtive resposta. Fui até o quarto dela e vi que ela estava dormindo. Os únicos cômodos em que as luzes estavam apagadas eram as do meu quarto e as do dela, as do resto da casa estavam todas acesas. Fui até a cozinha, quando voltei, pelo corredor, eu os vi. Parados em minha frente, dois deles.

Vi os 2 ali, parados no corredor, estáticos, assim como eu fiquei estático os encarando, porém, por mais que estivesse parado, sentia que se quisesse poderia me mexer, mas fiquei parado observando. Eram menores que eu, tinham entre 1.30m/1.40m, cinzas, cabeça grande, olhos completamente negros, braços compridos e magros. A descrição física deles é o notório divulgado nos mais diversos meios. Na época e até hoje o que mais me chama a atenção não é tanto a aparência física, até porque eles são realmente como se difunde por aí, mas o que mais me impressionou foi como pareciam robotizados. Estavam parados como se me observassem e não soubessem o que fazer. Mentalmente pude entender que eles eram programados para fazer algo e quando alguma coisa saísse fora do que estava previsto eles ficariam sem ação. Não senti medo ou receio algum quando os vi e eles não demonstraram qualquer tipo de reação ao me ver, parecia nitidamente que eu tê-los encarado frente à frente não estava no script do que eles vieram fazer e eles parados eram como robôs esperando ordens, como se não pudessem fazer nada além do que não estivessem programados para fazer e assim paravam.

Depois que os vi, encarando frente à frente, não recordo de mais nada. Só sei que acordei em minha cama depois e era como se eu tivesse acordado no exato momento em que tinha acordado antes quando os vi, o tempo parecia o mesmo, como se não tivesse passado, as luzes da casa estavam acesas, minha mãe continuava dormindo e não os vi mais. Algum tempo depois estudando sobre o chipamento cheguei a pensar e até questionar sobre a possibilidade dos greys serem chipados, isto já em 1.998. São menores que nós, fisicamente mais fracos e seus olhos penetrantes e insensíveis são fascinantes. Dizem que os olhos são a janela da alma e quando você encara um grey, frente à frente, olhos nos olhos, você vê que há algo diferente na alma deles, é uma outra realidade que vai de encontro à mente de cada um sempre que se tem contato com extraterrestres, sua mente está encarando algo que era inimaginável até o momento. As pessoas falam que têm a mente aberta mas sua mente é aberta até o limite daquilo que alguém lhes disse que existe ou não. Ver um extraterrestre é transcender os planos físico, mental, emocional e espiritual, tudo aquilo que era tido como “realidade” de anos é colocado à prova por segundos de experiência.

Alguns anos depois lendo sobre o assunto e com outras experiências que tive comecei a entender porque os greys pareciam assim “robotizados”. Do que absorvi de minha experiência é que, pelo menos para mim, não há motivo algum para temê-los. Se você ver os greys eles não vão chegar na voadora em cima de você, não vão mostrar os dentes e grunhir, não vão erguer as mãos e com telecinese ficar levantando e batendo o seu corpo no chão e no teto. Percebe-se que eles não são seres ruins e que se fazem algo ruim (como experiências, que no meu ponto de vista são naturais, assim como o homem faz com animais eles fazem com os homens) não é por vontade, é visível que eles não têm consciência do que fazem, parecem mesmo robotizados. Chegam até a passar um certo ar de “ingenuidade”, como crianças ou animais que não sabem o que fazem. Não acredito que todos os greys sejam bons assim como não acredito que todos sejam ruins, mas, penso (e tenho fundamentos para isso) que o que eles fazem na abdução e quem eles abduzem vai essencialmente depender de quem é o abduzido. Assim como na Terra existem pessoas onde “o buraco é mais embaixo” também existe isto na questão das abduções e relacionamento entre civilizações extraterrestres.

Não tenho como sugerir o que alguém deve fazer ou não ao entrar em contato com greys pois isso vai depender muito de cada pessoa. Pelo que pude comprovar depois, por outros contatos inclusive assistindo uma experiência de uma pessoa abduzida, a forma como eles vão interagir com o ser humano vai depender de cada pessoa em especial. Eles realmente são programados para fazer o que fazem e não fazem nada além do que esteja fora desta programação. Se eles têm como missão abduzir uma pessoa não irão abduzir outra, não tem esta de “não tem tu, vai tu mesmo”. Ou eles abduzem quem tem que abduzir ou não abduzem, e, aliás, é justamente por eles estarem em “missão” que em grande maioria são vistos em dupla, assim como em viagens aéreas e espaciais existe o co-piloto. O que comprovei em relação ao que se diz por aí a respeito deles é a aparência física e a questão da parte emocional em que eles realmente parecem destituídos de emoções. Não são seres bons ou maus, apenas fazem o que foram programados para fazer, e, conforme se fala no Oriente: “sem intenção não há karma”.

 

 


 

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Posted in: Rudy Rafael