Vida passada como extraterrestre

Posted on 10 de junho de 2010

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Dentre tantos meios de comprovação da existência de vida extraterrestre um dos mais fascinantes é o que diz respeito à regressão a vidas passadas. O estado de regressão é similar ao utilizado quando se obtém narrativas de abduções. Busca-se através da redução da atividade cerebral a abertura do caminho para o subconsciente para poder acessar as informações vividas. Tanto na hipnose como na regressão o estado de atividade cerebral buscado é o alfa (transe ligeiro) onde se baixa a atividade cerebral através de relaxamento e respiração. O cansaço deve ser evitado nestes casos pois baixa ainda mais a atividade cerebral saindo de alpha e indo para o teta ou delta e onde a pessoa acaba dormindo ou mantendo tão pouca consciência ao ponto de não conseguir se orientar e ser orientada durante a regressão ou hipnose. A única diferença entre a regressão e a hipnose, neste caso, é a vida em que foi a experiência.

Em uma regressão que fiz, acompanhado de um guia, pude mais uma vez  comprovar a existência de vida extraterrestre. Durante a regressão você não pensa que sabe, você sabe e por isso que nas sessões as pessoas falam sempre em 1ª pessoa pois estão revivendo determinados momentos e tendo consciência de si. Por isso dizem “Eu sou”, “Eu estou”, “Eu me sinto”, “Eu faço”, “Eu deveria”, “Eu queria” e tudo é narrado em 1ª pessoa, assim como a visão é em 1ª pessoa em regra. Você vê os seus pés, suas mãos, suas roupas mas dificilmente se vê, mesmo que você saiba como era, até mesmo por ser um conhecimento adquirido. É como nesta atual vida, não é preciso se olhar no espelho para se descrever, cada um sabe como é e poderia se descrever a outrem sem ter necessidade de se ver. As imagens, geralmente, vem em quadros, como pinturas e a pessoa vai descrevendo o que vê, o que sente, o que pensa.

Estes “quadros” são seleções dos subconsciente que tendo uma memória seletiva seleciona os momentos mais importantes da vida de cada pessoa, assim como faz na atual vida. Coisas insignificantes e de que nada somam de conhecimento passam desapercebidos, por isso é mais fácil uma pessoa se lembrar de um tombo do que de estar tomando um copo d´água. A lembrança vem pelo impacto no subconsciente, aquilo que é realmente importante, que marcou a individualidade de cada um, por isso não existem regras ou listas do que é importante. Cada um, em sua individualidade como centelha sabe aquilo que é bom para seu caminho. Por isso os momentos acessados em regressão sempre são intensos do ponto de vista psíquico, situações realmente importantes e que impactaram o subconsciente ao ponto até mesmo de terem reflexos na atual vida. Todo momento acessado em regressão tem um sentido maior e não é meramente ilustrativo.

No caso da minha regressão, o que vi foi primeiramente uma imagem de um lugar alto, de terra, como um penhasco, uma beira de uma montanha. Milênios antes de Cristo, em uma era de outra raça-raiz. A terra do lugar era em tom entre amarelo e vermelho. “Índios” (por assim dizer, já que eram visivelmente selvagens) corriam em minha direção, com máscaras de ossos, carregando armas caseiras nas mãos e as partes íntimas cobertas. Era na América Latina, mais precisamente na região onde hoje fica a Colômbia. Os índios corriam em minha direção, mas não vinham para me atacar, estavam fugindo de algo e depois eu pude ver. Havia uma nave caída, que bateu na encosta. Fumaça saia de dentro da nave. A nave não era triangular ou oval, tinha um formato quadrado atrás e semi-circular na frente e em volta havia um tubo que circundava toda a nave à exceção da parte de trás. Eu estava com uma roupa de astronauta, azul escura, larga, folgada e capacete. Era alto, mais ou menos 2,10m e magro. Fui em direção à nave, enquanto os índios fugiam dela.

Neste momento começou a me dar muita dor de cabeça. Até aquele momento a regressão ocorria perfeitamente bem até que começou a dor. Falei para o meu guia de regressão e ele como bom magnetizador fez um ato e a dor cessou. Chegando perto da nave pude ver que havia uma outra pessoa, com a mesma roupa que eu, que estava caída. O meu guia pediu para que eu descrevesse como era esta pessoa e então eu vi que o rosto estava carbonizado. A nave havia caído, batido de frente na encosta e havia fogo na cabine e foi onde esta outra pessoa morreu. Eu estava nesta nave, mas sobrevivi, apesar de bater fortemente a cabeça no painel de comando da nave. Na regressão você revive tudo que passou no momento, alegrias, felicidades, sentimentos, pensamentos e até mesmo as dores e por isso eu sentia durante a regressão a dor de cabeça que eu senti no momento da queda da nave. A pessoa que estava comigo na nave estava caída e eu estava procurando ajuda com os nativos do lugar.

Neste momento da regressão lembro que meus sentimentos foram de grande revolta, por ver alguém que eu gostava sofrendo e os terráqueos ao invés de ajudar saírem correndo como bestas insanas sem consciência alguma de que deveriam ajudar alguém que estava precisando de amparo. Saíram correndo como bestas, como uma manada que dispara ao ouvir um tiro e se assustar. Em nossos dias seria como alguém sofrer um acidente de carro e as pessoas ao invés de ajudar fugissem, com medo, como se pensassem que aquilo era assombração ou algo de outro mundo. Esta pessoa que morreu era uma mulher com quem eu vivi outras vidas e nesta também já nos encontramos. Como era alguém de meu planeta, que viajou comigo para a Terra e que eu gostava era natural que eu ficasse revoltado ao ver esta pessoa precisando de ajuda e a civilização para a qual fomos enviados para ajudar e estudar não nos ajudasse em uma situação tão delicada como aquela. Para mim era inadmissível uma pessoa ver a outra precisando de ajuda e sair correndo daquele jeito.

Continuando a regressão, estava no mesmo lugar mas em um tempo mais à frente, onde pude ver que era o mesmo local mas já com civilização e mata, que era a Floresta Amazônica, já na idade contemporânea. Pude perceber índios na floresta e vi um jipe em rápido movimento e homens passando atirando e automaticamente os associei como bestas, pois pessoas que saem atirando indiscriminadamente em outras para matar são como animais. Da mesma forma que no passado os terráqueos haviam fugido e não me ajudado com a pessoa que estava ferida na nave neste tempo eles andavam em carros atirando uns contra os outros, como animais, e isto demonstrava que não haviam aprendido e evoluído em nada, que continuava a mesma coisa e isto gerou mais revolta ainda em mim pois tanto tempo passa e nada muda. Depois, através de outros meios pude saber mais sobre esta minha vida como extraterrestre, de onde e para que vim, e pela qual passei a encarnar no planeta Terra.

 

 


 

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Posted in: Rudy Rafael