Livrando-se da perseguição das mulheres rejeitadas

Posted on 7 de janeiro de 2012

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Sabido e consabido que a mulher rejeitada faz da vida do homem um inferno, preciso é que o homem saiba como se ver livre deste inferno. Mais importante que o modo como começa um relacionamento é como este termina. A relação que começa bem, com lealdade, tem tudo pra criar um céu entre as partes durante a convivência, assim como a que termina mal pode transmutar o universo todo em um verdadeiro inferno, principalmente quando tudo acaba com o surgimento de uma mulher rejeitada. Nos relacionamentos amorosos aquilo que começa bem nem sempre termina bem e o homem que quer paz em sua vida deve saber terminar bem a relação sem que a mulher venha a se sentir rejeitada. Relacionamento algum no mundo pode compensar a falta de paz de espírito e é isto, acima de qualquer mulher, que deve ser prioridade na vida de um homem.

Não obstante a insofismável comprovação de que o sexto sentido feminino nada mais é que um mito, colhe-se que a mulher é mais emocional que o homem naquilo que a emoção é empregada negativamente. Inclusive vangloria-se por isso. É exatamente pelo desequilíbrio entre a razão e a emoção que a mulher desprovê sumariamente o recurso da razão e renuncia expressamente o seu uso, fazendo da dissimulação uma arma. No término da relação a mulher que se sente abandonada ou é trocada passa a fazer da vida do homem um inferno e coloca como prioridade em sua vida destruir a vida do ex-companheiro. A mulher rejeitada não enxerga mais nada em sua vida e a sua razão de viver torna-se apenas destruí-lo. Entretanto, existem meios para que o homem possa viver plenamente em paz sem ter que sofrer a ira das mulheres rejeitadas.

O apego da mulher à emoção infundada e inconsciente e o desprezo à razão nos relacionamentos, principalmente no término destes, à torna facilmente suscetível de superação, não existindo justificativas para que o homem consciente sofra nas mãos de uma mulher perseguidora. A autopreservação é um instinto de todo ser vivo e se a mulher tem o aval da sociedade para querer fazer da vida do homem um inferno o homem tem o direito de utilizar a consciência para se defender disto, pois não precisa aceitar este inferno em sua vida. O homem que aceita ser subjugado é fraco e covarde. Ao homem que se vê atacado constantemente por uma mulher rejeitada só lhe resta ser consciente e saber reverter a situação. Tentar ir de encontro à uma mulher na sociedade é imbecilidade. O sistema que domina o mundo é nutrido por opressões e a opressão do homem pela mulher é apenas mais uma.

O homem não pode jamais querer medir forças com uma mulher. A mulher é mais forte que o homem em razão do senso comum que à apóia incondicionalmente. A mulher pode infernizar do jeito que for a vida do homem, se confrontada pela sociedade basta que chore e todos à apoiarão. Da mesma forma, os homens sempre apoiarão as mulheres, independente destas terem razão. Os homens rastejam por mulheres e um homem nunca apoiará outro homem em detrimento de uma mulher. O homem sempre sacrificará a razão em face de uma potencial e/ou platônica copulação e aquele que sofre pela ira de uma rejeitada deve ter consciência que está só. Ninguém irá lhe apoiar. Todos, homens e mulheres, sempre ficarão do lado das mulheres. Os homens sempre defenderão as mulheres em razão do instinto sexual e porque foram treinados como cães para acharem que em conflitos entre homens e mulheres os homens são sempre o mal e as mulheres são sempre o bem. As mulheres defendem-se por projeção, quando uma mulher defende outra mulher ela defende a si.

Como um animal irracional sem qualquer compromisso com a evolução e o despertar de sua consciência o homem fez da vagina o objetivo de sua existência e assim tratou de dar à mulher todo o poder sobre sua vida. O homem não se importa com a razão, bom senso, paz e justiça e tudo que faz (estudo, trabalho, arte, cultura, esporte etc.) é feito como meio para alcançar o fim mulher. O homem fez com que a mulher fizesse o mundo girar e desta forma não há como exigir que um animal destes tenha qualquer dignidade para ir de encontro à uma mulher. É comum ver amigos de tempos romperem a amizade por causa de uma mulher qualquer que conheceram em uma noitada. Como a mulher é o objetivo da vida do homem ele jamais irá contra uma, mesmo que para defender um ideal de paz e justiça. A mulher sabe e se aproveita disso. A palavra da mulher possui presunção absoluta de veracidade. Basta a mulher dizer “É”, que é. Se não era, passa a ser.

A opressão que a mulher impõe sobre o homem resulta da aplicação simples da Lei do Retorno. Toda a opressão que a mulher sofreu pelas mãos do homem agora impõe sobre o mesmo. É o sistema de fluxo e refluxo que existe em tudo no universo e que através da Lei dos Ciclos faz a história sempre se repetir pelo fato de que a humanidade não consegue despertar para sair de nada da Roda de Samsara pois desconhece a Lei do Amor. Tudo ainda é “bateu/levou”. O homem oprimiu a mulher no passado e agora a mulher oprime o homem. Depois o homem oprimirá novamente a mulher, ato contínuo a mulher novamente oprimirá o homem e este ciclo de vingança, a qual chamam de “justiça”, não terminará nunca. A única forma de evolução é a consciência e a consciência neste caso é a do perdão. Se a mulher não quis perdoar o homem pela opressão que sofreu e agora quer oprimí-lo para deixar de se sentir injustiçada deve o homem em tempos futuros perdoar a mulher para que assim a humanidade possa continuar o seu caminho.

A perseguição pela mulher ao seu ex-companheiro é fomentada pela falta de vergonha na cara da sociedade que vive apenas pelo legalismo e é incapaz de coexistir pelo bom senso e empatia. Quanto mais bestial uma sociedade mais ela espera que alguém que lhe diga o que pode ou não fazer e assim certas condutas que atacam diretamente o Eu Interior de uma pessoa por não serem consideradas infrações à lei são apenas observadas sem qualquer insurgência, permitindo a prática de todo o mal que não viole uma norma jurídica. Seguir incessantemente o homem em lugares públicos objetivando desestabilizá-lo emocionalmente com sua presença, fazer pretensa amizade com as novas mulheres de sua vida com fins tenebrosos e toda sorte de condutas que venham a infernizar a vida do homem tirando-lhe a vontade e o prazer de fazer o que até então fazia e a paz interior, condutas que à visão do imbecil nada de mal têm, mas cuja justificativa não diminui o sofrimento do homem perseguido.

Quanto mais velha a mulher pior será para o homem. A mulher mais velha possui um círculo social menor e é menos exposta às condições de azaração que as mulheres mais novas. A mulher jovem termina um relacionamento estável de anos e no próximo fim de semana já está cheia de maquilagem, de chapinha e com um vestidinho na vida noturna tirando fotos segurando um copo de bebida e sorrindo entre conhecidos pra mostrar pra todo mundo o quanto “está bem”, em um local onde dezenas de homens lhe assediarão, por onde será mais fácil que esta venha a abdicar da idéia de vingança. Como o assédio às mulheres mais velhas é menor estas terão mais tempo e energia para se focar em perseguir os homens que às rejeitaram. A mulher mais velha por suas próprias experiências negativas de vida aceita menos a repetição dos sofrimentos passados e poderá, ainda, vingar em um homem só a rejeição que sofreu dos anteriores, dos quais ela não teve a oportunidade de vingar-se.

A perseguição é o reflexo da agressividade e da ira resultantes do medo da rejeição. O medo é o oposto do Amor. Tudo que é bom vem do Amor e tudo que é ruim vem do medo. A conditio sine qua non do problema chama-se rejeição. Assim, fácil a solução do conflito. Se a mulher persegue o ex-companheiro por sentir-se rejeitada basta que este anule a rejeição da equação “mulher + rejeição = perseguição”. Deixando de existir a rejeição a mulher não agirá mais como uma rejeitada e assim o homem não sofrerá mais por isso. Para tanto, é necessário que o homem exerça sua razão de forma bastante perspicaz fazendo com que a mulher não se sinta mais rejeitada, invertendo os fatores do término da relação. O homem deve satisfazer o Ego feminino, o qual clama para poder dizer a Deus e ao mundo: “Eu terminei”. Esta é a chave da liberdade e da paz de espírito do homem.

Ao terminar um relacionamento o que a mulher quer, acima de tudo, é poder dizer que foi ela quem terminou e chega até mesmo a precocemente terminar a união que vai bem pelo medo de que o homem o faça antes. Quando a mulher diz que terminou ela pensa que saiu por cima e assim sentimento algum de vitimismo, derrotismo ou rejeição lhe abate. Esta fraqueza egóica da mulher o homem deve utilizar a seu favor, fazendo com que a mulher pense que foi ela quem terminou a relação mesmo que de fato não tenha sido. A mulher dominada por suas emoções fica cega para a razão e não enxerga o espírito do que acontece. Para ela basta que possa dizer que terminou, mesmo que de fato quem tenha terminado fora o varão. Entra então a astúcia do homem, que deve fazer com que a mulher possa dizer que terminou. O homem deve levar o relacionamento sem jamais dar a última palavra, afastando-se gradativamente até que a mulher resolva “terminar”. Desta forma todos ganham. A mulher satisfaz o seu Ego e o homem tem sua paz de espírito.

Por ignorância e debilidade de pensamento as pessoas acham que para tudo na vida um sempre tem que sobrepor-se ao outro e a mulher pensa que sair por cima no término do relacionamento é terminando-o. No universo de medo feminino que apenas enxerga o “rejeito x sou rejeitada” o homem deve dar à mulher esta ilusão de poder, sendo esta a única forma de conseguir sua paz profunda e inverencial após o fim da relação, até porque para a mulher sentir-se rejeitada basta que o homem exerça seu simples livre-arbítrio de não a querer mais. Não é preciso que o homem tripudie, menospreze ou desdenhe de sua ex-companheira para despertar nela o sentimento de vingança, basta tão e somente que ele não à queira mais para que ela assim passe a querer vingar-se. A resolução é clara: sempre quem deve terminar objetivamente a relação é a mulher. Do contrário o homem sempre sofrerá, uns mais e outros menos dependendo do grau de insanidade da mulher rejeitada.

A razão satisfaz o Ego e a paz à alma. É melhor ter uma ex-mulher quieta em seu canto dizendo para o mundo todo que ela foi a linda, maravilhosa, poderosa, absoluta e soberana que terminou a relação do que tê-la infernizando a vida por eras só porque sentiu-se rejeitada. Inclusive, há mulheres que perseguem os homens até mesmo após a morte e em vidas futuras. É comum ver em trabalhos de desobsessão espiritual mulheres já mortas infernizando literalmente como demônios a vida de um homem e sua família porque em uma vida passada ele à trocou ou largou e se há mulheres que carregam facilmente isto por eras quem dirá pelo ciclo de uma mera vida. Resguardando-se deste pandemônio o homem salva não apenas a atual vida e atual família mas as próximas também. Se a relação acabou, acabou para ambos e tanto faz quem à terminou pois os dois não à viverão mais, mas se for para o homem garantir a sua paz eterna é imprescindível que dê à mulher o grande “tesouro” de poder dizer: “Eu terminei”.

 

 


 

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Posted in: Rudy Rafael