Pessoas espiritualizadas não votam no PT

Posted on 3 de novembro de 2012

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A cultura à separação é uma das mais gritantes formas de alienação social. Através da desconexão, lato sensu, o controle se opera. Seja a desunião entre as pessoas ou em suas formas de pensar, toda forma de separação é utilizada para controlar. Uma pessoa conectada aos outros, a tudo e ao Todo não pode ser manipulada. Quando se embute no subconsciente das pessoas que elas devem e podem apenas se ligar ao esparso se abrem as portas para o processo de manipulação. Assim surge a debilidade de visualização do conjunto e a população, já contaminada pelos vícios de raciocínio, passa a combater, como exército da ignorância, toda forma de conexão, ignorando cada vez mais os processos cognitivos e abraçando a própria morte consciencial. Afirmar que a espiritualidade e a política não se misturam, utilizando-se de discursos que transvestem apatia e omissão de paz, é a supremacia da ignorância e do atraso espiritual, pois a espiritualidade e a política andam lado a lado desde que a humanidade virou início de gente.

A ignorância sobre a relação entre a espiritualidade e a política começa pela própria ignorância da humanidade sobre a sua história, sobre como o homem virou início de gente e como a sociedade civilizou-se e não é possível compreender esta conexão sem saber como, de que forma e por quem tudo começou. Os humanos eram bestas que viviam sem qualquer noção de civilidade e pela lei do mais forte. Quem podia mais, podia mais. Não havia compreensão e distinção entre o certo e o errado e ao contrário do que os ignorantes e vigaristas intelectualóides tentam fazer crer, isto não representava o paraíso. As pessoas viviam apenas para satisfazer suas necessidades fisiológicas básicas exercendo seus instintos primitivos à força, sem qualquer consciência e respeito sobre o que isto representaria ao próximo. Foi então preciso que a espiritualidade agisse na Terra para que a humanidade alterasse este padrão de comportamento e evoluísse. A dualidade é uma lei cósmica que ensina e os humanos precisam aprender com ela.

A mudança no comportamento humano não ocorreu por mágica. Foi preciso que seres de fora da Terra interviessem. Os humanos não sabiam o que era o mal, não sabiam que o mal era o mal e foi preciso que alguém lhes dissesse que existia o mal e o que era o mal. Mas nada adiantaria apenas apontar o mal se não houvesse uma sanção para quem o praticasse e assim surgiram as penas. “Você não pode matar o outro. É errado e se você fizer isto você sofrerá tal punição.”. Isto começou efetivamente no Antigo Egito com a vinda dos reptilianos e a instituição da figura do faraó, que era tanto o líder religioso quanto político do povo. Esta é a mais primitiva ligação entre a espiritualidade e a política. As pessoas passaram a ver que existia um poder maior que a sua força física e que poderiam ser punidas se fizessem o mal, que até então elas não sabiam que era o mal. O homem não deixaria – e ainda hoje não deixa – de fazer o mal se não houvesse uma punição para a sua conduta.

O homem que antes, pela força dos seus braços, tinha uma mulher à força, obtia o alimento espancando quem o havia adquirido e vivia e se guiava pela bestialidade passou a ver que existiam seres mais poderosos que ele e que poderiam puni-lo se ele cometesse tais ações e assim o homem começou a parar de cometer crimes e se civilizar. O fim do mal desgovernado que o homem vivia foi fundamentado não só pela punição no plano físico – a política – mas também além da vida – a religiosa. As pessoas começaram a entender que se cometessem o mal sofreriam uma punição física na Terra e uma espiritual no plano espiritual. Tudo isto, obviamente, não floresceu do homem. O homem não tinha capacidade intelectual e desenvolvimento espiritual para isto. Toda esta instrução veio de fora da Terra através da intervenção da Providência Divina através de seres extraterrestres reptilianos que fundaram o Antigo Egito e que trouxeram à humanidade a diferença entre o certo e o errado, o bem e o mal. Não haveria civilização sem esta consciência.

O trabalho da espiritualidade na Terra através dos reptilianos continuou pelos séculos. A institucionalização do Direito no Império Romano e da religião na Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) foi a continuação do trabalho que iniciou no Antigo Egito e que civilizou as bestas humanas. A consciência do certo e do errado é que criou a sociedade e esta consciência vem pela religião, que trabalha o espiritual, e pela atuação do Estado, para o plano físico. Não há pessoa alguma no mundo que deixe de ser beneficiada por isto. A segurança que uma pessoa tem de ir tranquilamente à panificadora comprar pães e leite sem que seja indiscriminadamente abordada na rua e espancada por alguém que queira levar seu par de chinelos surgiu desta forma. Até mesmo aqueles que atentam contra o Estado e a religião se beneficiam de seu legado. Todo ateu, comunista e anarquista que não vive em uma selva pela lei da selva é um hipócrita, já que se beneficia do legado – a civilização – criado pela religião. A civilização ocidental toda foi fundada pela religião.

A imponência das pirâmides, símbolo que depois continuou através da catedrais católicas, fazia a besta humana ver que havia algo muito maior do que ela e que precisava respeitar algo. Assim iniciou-se a civilização da humanidade, pelo conhecimento do bem e do mal. É o conhecimento do bem e do mal, lição que a matéria aplica aos seus estudantes da vida pelas limitações do próprio plano material, que separa os homens dos animais. Este legado da espiritualidade na Terra chegou a ser ameaçado durante a história da humanidade e um dos períodos onde mais correu risco foi durante a época das Cruzadas, onde havia a sombra da destruição do trabalho da espiritualidade pelos muçulmanos. Jerusalém era o símbolo da sustentação do legado da espiritualidade naquele tempo e precisava ser mantida com os cristãos, pois o cristianismo, através da ICAR, era a continuação do trabalho iniciado no Antigo Egito. A defesa da fé cristã era a defesa da consciência do bem e do mal e consequentemente da própria civilização humana.

A fé cristã era a ciência do bem e do mal, da ordem, dos limites, da transcendência da matéria pelo conhecimento do mundo espiritual que aguarda a todos após a morte e Jerusalém era o ponto de apoio da fé das pessoas. Perder Jerusalém para os muçulmanos significaria a ruína da fé e de todas as instituições sociais que fundaram e sustentavam a civilização. Os cruzados não defendiam só a fé cristã, mas a própria civilização, a consciência do certo e do errado e de que a sanguinolência não era mais permitida. Houve política nisto. Os papas e os reis que no exercício de seus respectivos cargos políticos abraçaram a causa da proteção da civilização trabalharam com a espiritualidade. Mais uma vez resta demonstrada a relação entre a espiritualidade e a política, relação esta que também existe nas civilizações extraterrestres evoluídas onde seres espiritualmente evoluídos encarnam nas posições de poder para instruir o povo. Não existe povo evoluído liderado por um imbecil eleito por uma maioria de imbecis.

A espiritualidade não é o discurso vazio e genérico de amor, mas a ação prática na luta contra quem luta contra o bem e contra a própria espiritualidade e o seu trabalho. Não existe bem tímido. O bem tímido é morno e o morno não é o bem. Uma pessoa que se diz espiritualizada e é mera espectadora da vida, apenas assistindo o mundo girar se escorando em uma disléxica compreensão da espiritualidade, é pior do que quem pratica o mal. É impossível amar o próximo se não houver o Amor a Deus e amar a Deus é amar e defender a sua Obra; a obra que Deus faz através da espiritualidade através de seres e de pessoas. Deus é pai e é um pai que dá a bola para os filhos brincarem, mas cabe aos filhos cuidarem para não a perderem. Assim é com a evolução que a espiritualidade trouxe à humanidade. A espiritualidade trouxe conhecimentos e instituições para a humanidade evoluir e agora cabe à humanidade defendê-las de quem tentar destruí-las e aí se evidencia a questão política, da qual ninguém que se diz espiritualizado pode ignorar.

A ignorância política não é apenas o desconhecimento sobre o histórico de um candidato, mas de toda a ciência política que envolve a criação do Estado e principalmente sobre o que os partidos políticos pretendem e quais os meios que usam para conseguir o que querem. A luta contra o legado da espiritualidade na Terra sempre existiu, seja em momentos mais ou menos cruciais, e deve ser combatida por toda pessoa que está intimamente ligada à espiritualidade. Especificamente no Brasil, o legado da espiritualidade está ameaçado pelo Partido dos Trabalhadores (PT), que está tentando destruir todas as instituições que fundaram a civilização humana usando a propaganda do politicamente correto e outras bandeiras que atentam contra a inteligência de qualquer um. O PT vem se aproveitando da ignorância, mesquinharia e futilidade do brasileiro para destruir tudo aquilo que a espiritualidade criou. O objetivo do PT não é evoluir o que já existe, mas destruir todas as instituições para criar um novo mundo, que não da espiritualidade.

O PT, como partido socialista, segue a cartilha do comunismo. Basicamente, o que o socialismo pretende é abrir as portas para o comunismo, sendo este um sistema político que busca instituir um mundo novo e para isto precisa obrigatoriamente destruir o mundo existente. O comunismo precisa destruir o que já existe para que do nada venha a emergir uma nova ordem, comunista. As instituições que o comunismo pretende destruir são as bases da sociedade, principalmente o Estado, a religião e a família. A primeira atitude para destruir o Estado é tomá-lo e depois tornar-se maior que ele. Isto já vem acontecendo no Brasil. O PT tentou tomar o Estado brasileiro de assalto através do mensalão e já está se tornando maior que o próprio Estado na medida em que o brasileiro está sendo condescendente com os crimes praticados no mensalão ao continuar votando no PT. O brasileiro está vendo o PT como algo maior que o Brasil e este é o escopo do comunismo. Isto é favorecido no Brasil pela ignorância do brasileiro, que acha que um mal justifica o outro.

Um povo que é condescendente com o menor dos crimes já deu o primeiro passo para sê-lo com o maior. Se para o brasileiro o que o PT fez através do mensalão não foi errado, o PT está sendo maior que o Estado e assim o PT vai escalando rapidamente os degraus para instituir o comunismo no Brasil. O brasileiro está vendo o PT como maior que o Brasil e isto se manifesta tanto nas manifestações diretas dos que defendem o partido do mensalão como nos votos que o PT vem recebendo nas eleições. O PT quer poder e está conseguindo cada vez mais e o brasileiro está sendo condescendente com isto. Seres atrasados espiritualmente tentam ofuscar um erro com outro, como se o erro do próximo justificasse o próprio erro e a alienação do brasileiro, somada à sua imbecilidade e ignorância natas, faz com que tentem ofuscar o mensalão através dos erros dos outros, mesmo que jamais tenha havido algo semelhante no Brasil. Quem compara o mensalão do PT com qualquer outro caso de corrupção é um imbecil.

O PT usa várias táticas para destruir as instituições criadas pela espiritualidade e que fundaram a civilização humana. Através do proselitismo de um suposto amor universal, que usa a máscara do amor para efetivar a desconstrução do bem e do mal, o PT está imbecilizando em massa o Brasil, pois é preciso imbecilizar o povo para que este não resista às suas investidas de destruição. Tudo aquilo que a espiritualidade desenvolveu na Terra e que deu as ferramentas para a evolução da raça humana está em risco. É preciso entender que o PT é um partido cujo objetivo é destruir o mundo criado, isto é o comunismo: a destruição do mundo “burguês”. A espiritualidade agiu na Terra trazendo ao homem a ciência do bem e do mal e assim a civilização humana se fundou. A desconstrução da ciência do bem e do mal vem pelas bandeiras do politicamente correto, do relativismo, do “não generalize”, da “luta contra o “preconceito”” e uma infinidade de falácias que visam apenas enfraquecer o indivíduo para fortalecer o partido.

A evolução que existe no mundo atual, por mais que ínfima, é fruto do trabalho da espiritualidade através de milênios e contou com o sacrifício de inúmeras almas que deram a vida para esta obra. O processo evolutivo segue uma escada e é impossível chegar a um nível maior de evolução, onde há a paz e a fraternidade universal, se a humanidade voltar à estaca zero pela destruição do que a espiritualidade já edificou na Terra. O comunismo rejeita este mundo criado pela espiritualidade e quer um outro mundo – o mundo do comunismo – e para isto precisa destruir o mundo existente e é isto que o PT e os outros partidos socialistas e comunistas ao redor do mundo pretendem. O trabalho em massa de criação da espiritualidade possui o seu lado oposto, de destruição em massa, e é o PT que cumpre este lado no Brasil buscando destruir tudo aquilo que a espiritualidade criou. Pessoas espiritualizadas, que têm consciência do trabalho da espiritualidade na Terra e vivem a espiritualidade, não votam no PT, pois o que Deus criou o PT quer destruir.

 


 

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Posted in: Rudy Rafael