Jesus Cristo não precisa dos cristãos para se defender do islamismo

Posted on 30 de dezembro de 2012

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Existe uma ordem do bem no mundo e esta ordem é cristã. O cristianismo não é apenas mais uma religião, mas é a religião cosmicamente legítima do planeta Terra, pois Jesus Cristo é o Cristo do planeta. Jesus não herdou a Terra por ser o primogênito de Deus, mas conquistou o direito divino de reinar no planeta e assim religião, profeta ou força alguma podem com isto. Na política do universo, onde cada planeta que atingiu certo nível de evolução pode ter um cristo, Jesus está legitimado como o Cristo da Terra e por isto ele é a maior autoridade espiritual do orbe terrestre. Jesus é o Cristo da Terra, com todos os direitos e deveres de um cristo de um planeta, e o islamismo pode passar a eternidade tentando contra o cristianismo que nada adiantará. O islamismo jamais será a religião da Terra. Existe hierarquia no plano espiritual e o lugar de Jesus na Terra não é algo que se possa questionar, pois ele pagou o preço pela posição e é justamente por isto que ele não precisa dos cristãos para a defesa do cristianismo – que é de fato e de direito a defesa do bem na Terra -, até porque Jesus não pode mais contar com os cristãos para coisa alguma.

Jesus, o Cristo da Terra, trouxe o cristianismo e o cristianismo é o seu legado. O cristianismo é a força do bem que age na Terra e esta força possui naturalmente uma força contrária. A dualidade é uma lei cósmica e sempre haverá duas forças trabalhando em pontos extremos e opostos, além de que, o homem precisa aprender a lutar pelo bem. O mal, como é o oposto do bem e o bem na Terra é o cristianismo, na Terra é toda forma de anticristianismo, pois é a força que trabalha contra a obra da força do bem. Esta força do mal sempre agiu através dos muçulmanos e passou a agir também através dos comunistas. É a mesma força que pretende destruir o mundo cristão, mas que evoluiu e passou a agir em mais de uma frente de batalha na mesma guerra. Tanto o islamismo quanto o comunismo são tentáculos da grande força do mal que age na Terra para destruir a obra de Jesus e cada um destes tentáculos também têm as suas ramificações. Por isto que o islamismo e o comunismo estão trabalhando juntos no mundo, pois ambos têm o inimigo em comum: Jesus Cristo e consequentemente o cristianismo.

O mal odeia o bem e o bem na Terra é Jesus e o cristianismo. Toda a força do mal é focada em destruir o cristianismo e no mundo cristão atual isto é feito principalmente através da cultura. A religião não é apenas um conjunto de dogmas, mas é um modo de vida, uma cultura. Enquanto no mundo muçulmano o cristianismo é destruído à força, pois o mundo muçulmano é atrasado em todas as esferas e lá tudo é pela força, no mundo cristão a destruição do cristianismo vem pela cultura, pela anulação da resistência cultural à islamização pela idiotização. O islamismo e o comunismo não precisam – e não podem – chegar ao Ocidente invadindo e destruindo as igrejas cristãs e matando os cristãos para acabar com o cristianismo, então, para alcançar o fim que objetivam – a destruição do cristianismo – utilizam a cultura, principalmente utilizando-se do relativismo. O mal não pode acabar com o Natal à força, então trabalha o relativismo nas pessoas para que elas mesmas acabem com ele sem que se deem conta. Assim tem-se o: “Ah, não importa o Natal, o que importa é ser bom o ano todo, então, não vamos mais nos importar tanto com o Natal.”.

O islamismo é a instrumentalização da religião a serviço do mal e desde sempre o mal o usa para se opor à força do bem que veio à Terra através de Jesus. Há séculos o islamismo não evolui e para este só existe um caminho: ele próprio. Quem não segue o Islã é um infiel e o mundo muçulmano não tem lugar para os infiéis. Se o mundo for islamizado, não haverá lugar para quem não siga o islamismo. O propósito do Islã de converter o mundo está a todo vapor e é um processo irreversível. A Europa já está dominada e depois será a vez da América e não há o que ser feito. O ocidental está absoluta e completamente idiotizado, do religioso ao místico, e não oferece resistência alguma à islamização, ao mal. Jesus não tem mais com quem contar no plano terreno. O ocidental vive sua vida apenas para adquirir títulos acadêmicos, os homens só pensam em carros e vaginas e as mulheres em festas e em ser cortejadas. As pessoas não têm coisa alguma dentro de si, vivem vidas medíocres e sem sentido. Estão idiotizadas e rejeitam o cristianismo, a única arma cultural que possuem contra a força avassaladora da cultura islâmica.

A guerra entre cristãos e muçulmanos que se viu nas Cruzadas jamais acabou para os muçulmanos, pois o islamismo jamais evoluiu e ainda subsiste para vencer o cristianismo. O islamismo de hoje é alimentado e movido pela mesma força do mal que movia os muçulmanos na Idade Média a tentar avançar contra o mundo cristão europeu para subjugá-lo e esta força jamais desistiu de acabar com o cristianismo. Os cristãos largaram as armas, abandonaram a luta armada e encontraram e aceitaram o seu lugar no mundo. Isto é o bem. O bem é a compreensão e aceitação das diferenças e do contrário. Os muçulmanos jamais desistiram de converter o mundo ao islamismo e jamais desistiram de acabar com o cristianismo. A guerra contra os cristãos continua para os muçulmanos, mas como o mundo mudou, a forma da guerra também mudou. A guerra no mundo cristão não é mais a da luta armada, mas é a guerra cultural e é esta a guerra que está destruindo o cristianismo dia após dia sem que os cristãos se deem conta. O islamismo está fazendo hoje através da cultura o que não conseguiu fazer pela guerra na Idade Média.

Existe um sistema mundial de idiotização do indivíduo que age no mundo todo, principalmente no Ocidente. Os ocidentais não sabem de sua própria história e tudo que lhes é ensinado nas instituições de ensino é propaganda anticristã. As instituições de ensino, sem exceção, são fábricas de idiotas. Não é à toa que o sistema vigente trabalha tanto para que as pessoas passem a vida toda frequentando instituições de ensino para adquirir títulos para ostentar. O ocidental passa a vida toda estudando e não passa de um idiota. Estuda a vida inteira para depois fazer coro com as gritarias insanas. O ocidental não sabe o que é o cristianismo, não sabe como o cristianismo fundou a civilização, não sabe o verdadeiro papel da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR), não sabe como o cristianismo através da ICAR firmou o conceito de humanidade e do que há de bom no mundo, não sabe o que foram as Cruzadas, não sabe qual foi o verdadeiro propósito da Revolução Francesa e não sabe o que é o mundo islâmico. O ocidental é criado para odiar a sua história, as suas raízes e a sua cultura e isto serve apenas para que odeie o cristianismo.

O bem trabalha pelo conhecimento e o mal pela ignorância. O mal usa a ignorância para fazer com que as pessoas odeiem o cristianismo. Por que os idealizadores, realizadores e manifestantes da marcha das vadias, marcha da maconha, passeata gay e movimentos ateístas que tanto odeiam o cristianismo não vão fazer o mesmo nos países muçulmanos? Será que apenas nos países cristãos existem mulheres oprimidas, maconheiros querendo se drogar, gays oprimidos e descrentes em Deus? Em que mundo as mulheres, os maconheiros, os gays e os ateus sofrem mais: no mundo cristão ou no mundo muçulmano? Quais mulheres, maconheiros, gays e ateus precisam de mais amparo: aqueles que vivem no mundo cristão ou os que vivem no mundo muçulmano? Será que estes revolucionários, que nada mais são que massa de manobra, apenas têm coragem de se manifestar no mundo em que podem se manifestar, o mundo cristão? Estas pessoas não se dão conta do quão alienadas estão ao odiar o cristianismo sem saber porque e sem saber pelo que podem estar trocando o mundo em que vivem.

A esquerda mundial está em conluio com o islamismo e isto pode ser visto no Brasil através da intimidade do Partido dos Trabalhadores (PT) no exercício da Presidência da República com Mahmoud Ahmadinejad como presidente do Irã e no apoio de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos à primavera árabe, cujo objetivo é substituir as ditaduras pelos governos fundamentalistas islâmicos. A guerra atual se vence também através da política e política é maioria. O Ocidental, através de inúmeras ideologias – feminismo, gayzismo, dedicação à vida profissional, superpopulação mundial etc. – está sendo adestrado para não ter ou ter poucos filhos, enquanto os muçulmanos se reproduzem sem receios. Nos tempos antigos as guerras se venciam principalmente pelo número de combatentes e hoje também, pois o povo segue as regras do Estado, o Estado é controlado pelo governo e o governo é eleito pela maioria, além de que, a cultura de um povo desaparece conforme a própria descendência vai acabando. Se na democracia a maioria vence e a maioria quer a lei islâmica como a lei do país, assim será feito. Tudo faz parte de um plano de dominação.

No mundo todo pode-se escarnecer, da forma que for, de Jesus, mas quando o negócio é com Maomé vira uma guerra estúpida. Não há como negar que o mal impregna uma religião que precisa defender seu profeta através da morte. Jesus, que pregou o Amor ao próximo, não iria querer que alguém matasse uma pessoa para defendê-lo, por isto não se vê cristãos fazendo guerras contra pessoas que escarnecem de Jesus e é aí que surge a diferença entre o cristianismo e o islamismo. Enquanto o islamismo precisa recorrer à força, ao medo, ao terror e à morte, o cristianismo se sustenta no Amor incondicional, no Amor ao próximo e no perdão e mais uma vez se evidencia onde agem as forças do bem e do mal na Terra. O cristianismo diz para cada um escolher, o islamismo obriga. A diferença entre o cristianismo e o islamismo é a diferença entre o bem e o mal e é em razão disto que os cristãos não fazem com os muçulmanos o que os muçulmanos fazem com os cristãos. Piedade com quem não tem piedade. O cristão verdadeiro não recorre à violência jamais, recorre ao Amor, por isto é cristão.

O ódio é o sentimento que move o islamismo e não poderia ser diferente, já que o islamismo serve à força contrária a do Cristo da Terra. O ódio aos cristãos, aos judeus, aos Estados Unidos e à civilização ocidental os muçulmanos propagam no Ocidente com o apoio da esquerda, que também tem interesse no fim disto tudo. É o ódio que os impulsiona a querer impor o islamismo à força em todo o mundo, porque só assim conseguirão. Se o mundo puder escolher, não será muçulmano e isto é algo que os muçulmanos não aceitam. O mundo caminha para uma islamização global – basta ver a Europa – e a guerra contra o mal parece perdida, mas Jesus já determinou a vitória do bem ao pagar o preço para ser o Cristo da Terra. Jesus é imensuravelmente espiritualmente superior a Maomé. Maomé não pagou o preço que Jesus pagou, por isto Jesus é o Cristo e Maomé apenas mais um profeta de apenas mais uma religião. Os muçulmanos já perderam, por mais que pensem que estão ganhando e que ganharão. Espiritualmente Jesus já venceu a guerra contra o mal e os cristãos podem continuar no conforto de sua apatia, ignorância e omissão.

Há poucas décadas a cultura ocidental sempre deixava claro que o bem era o bem, o mal era o mal e o bem sempre vencia o mal. Hoje se diz que o bem não é tão bom, o mal não é tão mau, que tudo depende e que muitas vezes o bem pode não vencer o mal. Mas, na Terra, pelo preço que Jesus pagou para ser seu Cristo e pelo modo como as coisas funcionam na espiritualidade, não há que se duvidar um segundo que o mal não triunfará neste planeta através do islamismo. O islamismo, por mais que tente e esteja no caminho, não dominará o mundo como pretende. O mundo já tem seu Cristo e este Cristo é Jesus e é pela autoridade espiritual que Jesus possui sobre a Terra que não há que se temer pela dominação islâmica. Não acontecerá. Não em função dos cristãos que acham que defendem o cristianismo entregando o dízimo à igreja enquanto votam em comunistas que depois criarão leis contra o próprio cristianismo, mas por Jesus. Na guerra do bem contra o mal, enquanto o mal conta com o apoio da população mundial que serve à toda forma de anticristianismo, Jesus está sozinho. A sorte é que Jesus não precisa dos cristãos para se defender.

Na Idade Média os cristãos através das Cruzadas impediram que os muçulmanos invadissem a Europa e colocassem em risco o cristianismo e a civilização. Hoje os muçulmanos estão por toda a Europa e em poucas décadas a maioria dos países europeus será de maioria islâmica pronta para seguir a lei do Islã. O processo é irreversível. As vidas que milhões de cristãos deram por Jesus e pelo cristianismo nas Cruzadas foram jogadas no lixo pelos cristãos atuais, pois estes se entregaram à imbecilidade e deixaram que lhes idiotizassem, permitindo sem qualquer resistência a islamização do mundo cristão. Em uma guerra de cultura onde os cristãos não precisariam pegar em armas, escolheram perder pela ignorância; a ignorância que custará caro para todos os ocidentais que já começaram a trocar o “demoníaco” cristianismo pelo “divino” islamismo. Os cristãos sucumbiram por sua ignorância e já nada podem fazer pelo cristianismo. Jesus não pode contar mais com os cristãos para a defesa do bem na Terra, mas Jesus não precisa dos cristãos. Jesus pagou o preço para ser quem é e o islamismo e Maomé não podem com isto.

 


 

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Posted in: Rudy Rafael