A minha morte em minha vida após a minha próxima vida

Posted on 4 de agosto de 2017

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Em meu texto Minha vida após a minha próxima vida será na Noruega relato que minha encarnação após a minha próxima encarnação, que será como sul-coreano na Coréia do Sul, será como norueguês na Noruega. Assim como os nascimentos são programados, seja por escolha ou por determinação da Providência Divina, a morte também é programada, seja também por escolha ou por determinação da Providência Divina. O nascimento e a morte fazem parte do mesmo ciclo da vida e assim como os nascimentos são programados para que a vida se desenvolva da melhor forma possível para a evolução do espírito as mortes também são programadas para que o último momento da vida encarnada de um espírito seja o melhor último momento possível para o aprendizado do espírito. Não é apenas durante a vida que um espírito evolui através do encarnar, mas o momento da morte, o momento em que o espírito se despede do mundo material, também é um momento de grande aprendizado. Assim é que os grandes espíritos programam não apenas a forma como nascerão, mas também programam a forma como morrerão.

O aprendizado que um espírito adquire através da encarnação começa desde a primeira inspiração e vai até a última respiração. Enquanto houver respiração o espírito estará aprendendo, independentemente de ter consciência disto ou não. Até o último momento em que o espírito encarnado consegue respirar ele estará aprendendo, mesmo que esteja em estado de coma ou em processo de desencarne. O processo de transição pode durar alguns segundos ou alguns minutos e tendo a pessoa a consciência que está morrendo, tendo a consciência de que não há o que fazer para evitar a morte, a primeira coisa a fazer é desapegar-se imediatamente da vida terrena e de tudo que se deixou para trás. Quando se morre perde-se imediatamente tudo que se construiu, tudo que se edificou, tudo pelo que se lutou, todas as pessoas que se amava e a vida que antes tinha não existe mais. É importante então, ainda em vida e enquanto o processo de transição ocorre, aceitar imediatamente que tudo ficou para trás, pois quanto mais rápido se desapegar da vida que está se deixando mais consciente se chegará ao mundo dos mortos.

É importante chegar consciente de seu estado e desapegado da vida anterior no mundo dos mortos. O mundo dos mortos é uma grande selva onde prevalece a lei do mais forte, onde o mais forte sobrevive. No planeta Terra os humanos acreditam que após morrerem virá um anjo lhes buscar para lhes levar para o céu, que Jesus, o Cristo da Terra, aparecerá para lhes levar ao paraíso, que o próprio Grande Deus Criador lhes buscará para lhes levar para um lugar melhor, que entidades de Luz aparecerão para lhes confortar, que antepassados falecidos aparecerão para lhes receber no mundo dos espíritos e em suma acreditam que após morrer acordarão em um lugar perfeito sendo recebidos por seres do bem e que serão imediatamente levados para um lugar paradisíaco. Bem, em verdade coisa alguma disso ocorre. Primeiramente, ao morrer o espírito fica aproximadamente e em média 10 anos preso ao seu cadáver no cemitério, totalmente inconsciente como em um estado de coma. O espírito fica literalmente preso em sua alma que fica presa em seu cadáver em um estado semelhante ao estado de coma, com exceção dos seres evoluídos espiritualmente.

Após esse período de “coma” o espírito desperta no mundo dos mortos, sozinho, sem ninguém e por ali vaga até encontrar uma forma de prosseguir em sua jornada para que depois possa voltar a encarnar e neste processo o espírito estará sozinho, podendo contar com a ajuda de outros espíritos que se propuserem a lhe ajudar. O único ser onipresente é o Grande Deus Criador, de forma que para que um espírito seja ajudado é preciso que esteja sendo literalmente ajudado, como com espíritos individuais próximos a si. Para cada espírito encarnado na Terra existem entre 3 a 4 espíritos desencarnados, por onde também se observa que estando no mundo dos mortos e necessitando de ajuda esta pode demorar consideravelmente e enquanto se aguarda tal ajuda o espírito deverá sobreviver na grande selva que é o mundo espiritual, encontrando e enfrentando toda sorte de espíritos obsessores que poderão das mais diversas formas lhe dificultar o encaminhamento. É preciso, então, não apenas saber como viver conforme a Espiritualidade, mas também morrer e viver depois de morto desta forma.

O lugar para onde uma pessoa vai após morrer está relacionado à vibração de sua alma no momento de seu falecimento. O que uma alma carrega consigo após sua morte são seus pensamentos e suas emoções. Saber morrer é saber viver. Sabe morrer quem vive constantemente pensando bem e sentindo bem. Nisso, pouco importa se a pessoa passou a vida inteira fazendo o bem, ajudando o próximo, fazendo caridade, sendo bondosa e sendo a melhor pessoa do mundo se no exato momento de sua morte não estiver em paz e estiver perturbada. De mesma forma, pouco importa se a pessoa passou a vida inteira fazendo o mal, sendo egoísta, sendo má e sendo a pior pessoa do mundo se no exato no momento de sua morte ela estava verdadeiramente em paz consigo e com o mundo. Aí está a importância de se viver a Espiritualidade como uma forma de vida, constantemente, o tempo todo, em tudo, consigo, não apenas nos tempos livres quando há reunião com os amigos e esquisitões para participar de algum grupelho “eu sou diferente”. A Espiritualidade está na temperança de quem tem sempre o mesmo ânimo e está sempre em paz.

Todo mestre da Espiritualidade sabe como vai morrer assim como também sabe como vai nascer. Vida e morte fazem parte do mesmo ciclo e assim como o mestre sabe como vai nascer também sabe como vai morrer, pois vida e morte fazem parte do mesmo ciclo. Eu sei como irei morrer em minha vida após a minha próxima vida, onde encarnarei como norueguês na Noruega. A Espiritualidade não é para dar regalias à pessoa alguma, pelo contrário: o trabalho em favor da Espiritualidade faz com que se tenha muito menos escolhas do que aqueles que não têm envolvimento algum com a Espiritualidade. Trabalhar para a Espiritualidade não é sinônimo de vantagem, de fartura, de benefícios ou de regalias e muitas vezes o efeito pode ser justamente o contrário, pois quanto maior o nível de evolução espiritual maior será a entrega para a Espiritualidade. Pessoas podem pensar que quem trabalha para a Espiritualidade pode ter o benefício de uma morte serena, em paz, tranquila, sem dor e sem qualquer tragédia, mas não é assim que funciona. A transição de cada consciência encarnada ocorre da forma como deve ocorrer.

Em minha vida após a minha próxima vida, onde eu nascerei e viverei como norueguês na Noruega, eu, que serei pescador, morrerei afogado em um acidente com meu barco, que afundará. Morrer afogado em um acidente com meu barco é a melhor forma que eu terei para morrer em minha vida após a minha próxima vida. Eu, que trabalho para a Espiritualidade, não terei uma morte sem dor e sem qualquer tragédia em minha vida após a minha próxima vida; morrerei abruptamente através de uma tragédia com meu barco, afogado; uma morte que não tem coisa alguma a ver com a morte serena, em paz, tranquila, sem dor e sem qualquer tragédia que os seres humanos buscam. As pessoas que não têm envolvimento com a Espiritualidade querem tudo fácil, querem crescer sem problemas, querem viver sem problemas e querem morrer sem problemas; já as pessoas que trabalham para a Espiritualidade não têm problemas em crescer com problemas, em viver com problemas e em morrer com problemas. O segredo para não ter problemas é ter problemas.

Minha morte na Noruega em minha vida após a minha próxima vida acontecerá da seguinte forma: eu serei um pescador, terei um barco de pesca e terei 2 ajudantes em meu barco, os quais me acompanharão em meus trabalhos como pescador. Em um dia eu resolverei sair sozinho, sem meus ajudantes, sem avisá-los, e neste dia, em mar, mas ainda avistando a terra e as casas da cidade onde eu morarei, acontecerá um acidente com meu barco, o barco naufragará, eu cairei no mar e serei levado ao fundo do mar, onde morrerei afogado. Meu corpo físico será entregue ao mar, meu corpo físico será dado ao mar e não deverá ser encontrado para que haja o devido funeral e sepultamento do corpo. No dia em que eu morrerei, eu, sabendo que morrerei, resolverei sair sozinho com meu barco, deixando meus ajudantes de pesca para que eles não morram comigo. Eu, que vim à Terra como comandante espacial extraterrestre, serei um comandante espacial extraterrestre ao ir morrer sozinho com meu barco quando encarnar na Noruega, salvando a vida dos meus ajudantes de pesca.

A Espiritualidade dá presentes em alguns casos. Algumas pessoas em alguns casos, em razão de seu serviço à Espiritualidade, recebem presentes da Espiritualidade, recebem presentes da Espiritualidade porque não fazem qualquer coisa esperando algo em troca, mas mesmo assim a Espiritualidade, por sua bondade, presenteia os seus. Os presentes da Espiritualidade não são como os presentes que os seres humanos almejam do mundo espiritual; não se trata de boas casas, bons carros, bons empregos, bons salários, bons casamentos, dinheiro, bens e felicidades em geral, mas de pequenas grandes coisas, pois são as pequenas coisas que são grandes para os que trabalham para a Espiritualidade. Quando eu morrer em minha vida após a minha próxima vida eu receberei um grande presente da Espiritualidade. Não receberei menos dor, menos sofrimento ou menos trauma em minha morte, mas, imediatamente antes de iniciar o acidente com meu barco eu serei presenteado pela Espiritualidade com o avistamento de uma linda e grandiosa baleia ao lado esquerdo do meu barco.

Eu vou olhar para a baleia, tão grande e tão próxima de mim, me maravilhar com a imagem dela e imediatamente após isto meu barco sofrerá o acidente e assim eu serei levado para o fundo do mar, onde morrerei absoluta e conscientemente em paz com a última imagem de uma linda e grandiosa baleia ao lado de meu barco. Esse é o grande presente que a Espiritualidade me dará em meus últimos momentos de tal vida, pelo que já sou grato e aceito o que eu tiver que passar e como eu tiver que passar. Quando eu nascer na Noruega eu nascerei homem, casarei, terei filhos e pelos meus 50 e alguns anos eu morrerei, com meus filhos já crescidos, de forma que eu morrerei sem deixar filhos a serem criados no mundo. Eu nascerei na Noruega para ser pescador e estando trabalhando por décadas como pescador quando eu chegar aos meus 50 e alguns anos já terei vivido o que tinha para viver e assim minha vida em questão estará concluída. Muita gente diz não ter medo da morte, mas quando está passando pela morte não aceita, entra em pânico e sofre pelo que deixou em vida. É preciso saber morrer com consciência e em paz.

 


 

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Posted in: Rudy Rafael